Posts com Tag ‘Jean-Pierre Jeunet’

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Mais!

agosto 9, 2009

Nossa, os dias passam muiiiito rápido que já é domingo novamente e eu ainda não anunciei os filmes que vi na semana passada (além de Os sonhadores).

Enfim, aí vai os escolhidos:

delicatessen- Delicatessen (1991): segunda vez que assisto o primeiro conhecido de Jean-Pierre Jeunet. É cheio de particularidades quando trabalha com os sons, por exemplo. Isso é marcante, assim como a sensação sombria que rodeia a venda de carnes.

Bom, quando um palhaço aparece procurando um emprego na venda, temos certeza de que há algo de estranho (quiça mágico) nisso tudo. O palhaço era o magricela Louison (Dominique Piton, o Joseph de Amélie Poulain). Depois aparece o mistério sobre a finalidade da “engorda” de Louison, Julie, o amor e a nossa descoberta. No fim das contas, pensei: será que chegaremos nesse ponto, assim como na fantasia de Jeunet?

Iiiih, já dei muitas dicas! Veja o trailer.

lutador- O lutador (2008): hmmm, bom, conta a história de Randy (Mickey Rourke), lutador profissional que fez muito sucesso durante os anos 80, e sua paixão pela luta. Nem a filha, nem o amor de uma mulher, nem o risco de morte. Nada faz Randy desistir do boxe.

Ah, o diretor é Darren Aronofsky, que fez Pi (1998), Réquiem para um sonho (2000) e Fonte da vida (2006), todos muito bons.

Confere uma crítica no Omelete.

Trailer aqui.

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O preferido

junho 4, 2009

Para inaugurar esse blog, nada mais justo que um posto sobre o filme homenageado no nome e o meu preferido, como o título diz: O fabuloso Destino de Amélie Poulain, de Jean-Pierre Jeunet.

Lembro do dia em que assisti pela primeira vez. Eu estava muito interessada em vê-lo (a capa era bonita, hehe) e foi quase um milagre o filme não estar emprestado na universidade. Acho que era sexta-feira, quando finalmente emprestei na biblioteca. Assisti com o Edes (namorado). Ele já havia visto o filme, mas o danado não me disse.

1024x768Deslumbrada. Assim estava durante todo o filme e quando começou a rodar os créditos finais, já tinha eleito como o melhor que eu havia visto. Não sei se parece romântico ou sonhador demais, mas é justamente isso que encanta em Amélie (Audrey Tautou). A personagem fez as coisas mais simples (como conhecer alguém) se tornarem especiais e parecerem dignas de “estratagemas” e coisas assim.

Dufayel (Serge Merlin), o homen de vidro, é quem melhor entende Amélie e seu jeito de encarar a vida. É ele quem a ajuda na sua primeira e decisiva aventura: encontrar o dono da caixinha de metal com recordações da infância. Depois de devolver o tesouro de infância ao proprietário, Amélie decide mudar o rumo de sua vida e começa a fazer algo pelos outros, sempre usando de “estratagemas”.

No fim, Amélie percebe que todos estão felizes, menos ela. Nesse momento, ela decide tomar uma atitude, mas aí o destino já tinha resolvido as coisas.

Sente só o gostinho:

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